sexta-feira, 18 de março de 2011

Uma de cada!

Para abrir a temporada de guerras nada melhor que falar de um grande amigo meu, e esse é campanha mesmo.
Para proteger a identidade dos meus amigos dor-avante serão chamados de João e José.

Estava um calor infernal, era um daqueles dias em que tudo o que você não quer é ficar preso no trânsito dentro de um ônibus na avenida Brasil, e adivinha onde eu estava... preso no trânsito na avenida Brasil.

Mas até aí tudo bem, pois naquele dia saímos cedo do trabalho, estávamos na vantagem, e ainda não devia passar das duas ou três da tarde, imagina o calor.
Naquele momento o meu campanha José brilhante-mente disse: "Vamos tomar uma de cada".
Quando ele falou deu até pra sentir o gosto da cerveja geladinha, éramos três ele: (José) outro campanha (João) e eu, não havia porque recusar a proposta, eu não tinha aula naquele dia o outro campanha (João) não tinha nada pra fazer também.

Descemos do ônibus mais ou menos na altura de ramos onde o campanha (José) havia falado de um bar maneiro. Beleza então! Mas apesar dele dizer que conhecia esse tal bar maneiro ficamos papo de uns quarenta minutos andando pra cima e pra baixo procurando, até que não deu mais a sede falou mais alto e paramos num botiquiho mesmo, e dá lhe cerveja!

Estava tão quente que bebíamos como se fosse água, e o campanha (José) que nos chamou pra tomar uma de cada, logo começou a pedir um tira gosto atrás do outro, afirmando: "Eu só sei beber comendo!". Beleza eu também não sou de beber muito, e é sempre bom um tira gosto.

Esse mesmo campanha (José) que pediu os petiscos, fumava muito, e pra variar não tinha cigarros; como todo bom fumante começou a filar os cigarros de João. Até que acabou com as duas carteiras dele e ainda teve a cara de pau de falar: "João se você quiser eu posso comprar cigarros pra você!", João estava morrendo de vontade de fumar mas não queria comprar para que José não filasse mais uma carteira.

O tempo foi passando e a tarde foi indo embora, já tinha uma grade quase completa debaixo da mesa só faltava uma garrafa, João havia saído, foi quando José chega pra mim e fala: "Eu só tenho dinheiro pra uma".
Eu disse que tudo bem nós terminaríamos aquela grade e iríamos embora.
José diz: "Não! você não entendeu! eu só tenho dinheiro pra uma garrafa.".
Pensei em praguejar até que inferno esfriasse mas o que ele disse foi tão inacreditável que eu comecei a sorrir.
João chega sorrindo sem entender nada perguntando o que havia acontecido, e eu sorrindo respondo, ele assim como eu também não acredita e começa a sorrir.

No final das contas João e o outro otário 'eu' pagamos a conta toda: uma grade de cerveja, várias porções de tira gosto e várias carteiras de cigarro. Desde então nunca mais esquecemos o cenário do "Uma de cada".

Se quiser um de seus cenário postados aqui para que seus campanhas vejam mandem um e-mail para: socenariotriste@hotmail.com.

2 comentários:

  1. uma nova identidade

    ha algum tempo atras um comhecido meu chamado ricardo trabalhava como auxiliar de cozinha (rancheiro) em uma sexta feira nessa mesma cozinha foram liberados alguns driques em que ricardo abuspou deles. aí é que surge uma nova pessoa alegre descontraìda e bem feminina NATASHA. danbçando bastante e querendo acasalar com todos os rancheiros. Anos se passam e esse lado mulher o persegue .

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  2. Esse tal de José, aí, parece até com um "campanha" meu chamado Rodrigues, vulgo Quase-monstro. Mas eu acho que não é ele não, só parece mesmo, né. Tá bom. Safado...

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